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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Síndrome da Cimitarra

A Síndrome da Cimitarra é uma doença rara e surge devido à presença de uma veia pulmonar, com a forma de uma espada turca chamada de cimitarra, que faz a drenagem do pulmão direito para a veia cava inferior em vez de fazer para a aurícula esquerda do coração. 

A alteração na forma da veia provoca alterações no tamanho do pulmão direito, aumento da força de contração do coração, desvio do coração para o lado direito, diminuição da artéria pulmonar direita e circulação anormal de sangue para o pulmão direito. 
A gravidade da Síndrome da Cimitarra varia de indivíduo para indivíduo, existindo pacientes que têm a doença mas não manifestam nenhum sinal ou sintoma durante toda a vida e outros indivíduos que têm problemas de saúde graves como hipertensão pulmonar, que pode levar à morte.  

Sintomas da Síndrome da Cimitarra

Os sintomas da Síndrome da Cimitarra podem ser:
  • Falta de ar;
  • Pele roxa devido à falta de oxigênio;
  • Dor no peito;
  • Fadiga;
  • Tonturas;
  • Catarro com sangue;
  • Pneumonia;
  • Insuficiência cardíaca.
O diagnóstico da Síndrome da Cimitarra é realizado através de exames como raio-x ao tórax, tomografia computadorizada e angiografia que permite identificar as alterações na forma da artéria pulmonar. 

Tratamento da Síndrome da Cimitarra

O tratamento da Síndrome da Cimitarra consiste numa cirurgia que redireciona a veia pulmonar anômala da veia cava inferior para a aurícula esquerda do coração, normalizando a drenagem do pulmão. 
O tratamento deve ser realizado apenas quando há um desvio quase total do sangue da veia pulmonar direita para a veia cava inferior ou em caso de hipertensão pulmonar. 
fonte: tua saude

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Valvulopatias

As valvulopatias são doenças que atingem as válvulas cardíacas, fazendo com que não funcionem corretamente. 
As 4 válvulas do coração são: a válvula tricúspide, mitral, pulmonar e aórtica, que se abrem e fecham sempre que o coração bate, permitindo a circulação do sangue. Quando estas válvulas sofrem lesões podem surgir dois tipos de problemas:
  • Estenose: quando a válvula não abre corretamente, impedindo a passagem do sangue;
  • Insuficiência: quando a válvula não fecha corretamente, provocando refluxo de sangue. 
A febre reumática pode causar a valvulopatia reumática, que pode ocorrer devido a defeitos de nascença nas válvulas do coração, alterações relacionadas com a idade, endocardite ou lúpus.
Os sintomas das valvulopatias são a presença de sopros no coração, fadiga, falta de ar, dor no peito ou inchaço. Muitos indivíduos têm valvulopatias, mas não apresentam sintomas, nem têm qualquer tipo de problema cardíaco. Porém, em outros indivíduos, a valvulopatia pode piorar lentamente ao longo da vida, provocando problemas cardíacos graves como insuficiência cardíaca, derrame, coágulos sanguíneos ou morte súbita por parada cardiorrespiratória. 
O objetivo do tratamento das valvulopatias é reduzir a evolução da insuficiência cardíaca e prevenir complicações. O médico cardiologista é o especialista indicado para diagnosticar e indicar o melhor tratamento para o indivíduo com valvulopatia. 

Valvulopatia aórtica

A valvulopatia aórtica é uma lesão na válvula aórtica, localizada no lado esquerdo do coração, que permite a passagem de sangue entre o ventrículo esquerdo e a artéria aorta. Os sintomas da doença vão piorando ao longo do tempo, sendo que nas fases iniciais podem ser palpitações e falta de ar, enquanto nas fases mais avançadas pode surgir insuficiência cardíaca, dificuldade para respirar, perda de consciência, angina de peito e náuseas. 
O tratamento consiste em repouso, alimentação sem sal e uso de remédios diuréticos, digitálicos e antiarrítmicos. Nos casos mais graves, pode ser necessário a cirurgia para substituir a válvula aórtica. 

Valvulopatia mitral

A valvulopatia mitral é a mais comum e surge devido a lesões na válvula mitral, que se localiza entre o ventrículo e a aurícula esquerda do coração. Os sintomas mais comuns desta doença podem ser sensação de falta de ar, tosse, fadiga, náuseas, palpitações e aparecimento de inchaço nos pés e pernas. 
Alguns medicamentos como diuréticos, anticoagulantes, antibióticos e antiarrítmicos estão indicados no tratamento da doença pois regularizam a frequência e a função cardíaca. A reparação da válvula danificada através de cateterismo cardíaco e a substituição cirúrgica da válvula por uma prótese, podem ser usadas como tratamento nos casos mais graves. 

Valvulopatia pulmonar

A valvulopatia pulmonar surge devido a lesões na válvula pulmonar que se localiza no lado direito do coração e que permite a passagem de sangue do coração para o pulmão. Esta doença é menos frequente e normalmente deve-se a defeitos cardíacos de nascença. 
Os sintomas da doença só surgem em estados avançados e podem ser inchaço das pernas, cansaço muscular, falta de ar e episódios de paragem do coração. O tratamento consiste sempre em cirurgia para tratar a lesão ou substituir a válvula. 

Valvulopatia tricúspide

A valvulopatia tricúspide ocorre na válvula tricúspide localizada entre o ventrículo e a aurícula direita que permite a passagem de sangue entre estes dois locais do coração. As valvulopatias tricúspides normalmente surgem devido a infecções como febre reumática ou endocardite e a hipertensão arterial pulmonar. 
Os sintomas mais comuns desta doença são aumento do peso, inchaço das pernas, dor de barriga, cansaço e, em casos mais avançados, sensação de falta de ar, palpitações e angina do peito. O seu tratamento consiste no uso de medicamentos diuréticos, antibióticos e, em casos graves, pode ser necessária cirurgia para reparar ou substituir a válvula. 

FONTE: Tuasaude.com

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

CARDIOPATIA GRAVE

Cardiopatia grave ocorre quando o coração adoece a ponto de perder sua capacidade funcional.
A cardiopatia grave pode trazer grande incapacidade na vida pessoal e profissional do paciente, podendo levar à morte. A insuficiência cardíaca, insuficiência coronariana, arritmias complexas ou até mesmo hipertensão arterial, são exemplos de doenças que podem estar associadas e piorar o quadro.

Sintomas cardiopatia grave

Os sintomas de cardiopatia grave vão depender do grau de incapacidade do coração. Os sintomas podem ser:
  • Dificuldade para respirar;
  • Dores no peito;
  • Sinais e sintomas de baixo fluxo de sangue para o cérebro;
  • Cansaço após grandes esforços;
  • Palpitações cardíacas.
A cardiopatia grave pode trazer grandes limitações a nível físico, no desenvolvimentos das suas funções do dia a dia e até no trabalho. Tudo vai depender do tipo e da gravidade da doença que esteja associada à cardiopatia.  

Tratamento cardiopatia grave

O tratamento para cardiopatia grave pode ser feito através de:
  • Uso de remédios, por vezes, venosos;
  • Colocação balão intra-aórtico;
  • Cirurgia para correção do distúrbio de base nos casos de valvopatia, cardiopatia isquêmica ou congênita;
  • e nos casos mais grave, há necessidade de transplante cardíaco;

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

VALVULOPATIAS

As valvulopatias são doenças que atingem as válvulas cardíacas, fazendo com que não funcionem corretamente. 
As 4 válvulas do coração são: a válvula tricúspide, mitral, pulmonar e aórtica, que se abrem e fecham sempre que o coração bate, permitindo a circulação do sangue. Quando estas válvulas sofrem lesões podem surgir dois tipos de problemas:
  • Estenose: quando a válvula não abre corretamente, impedindo a passagem do sangue;
  • Insuficiência: quando a válvula não fecha corretamente, provocando refluxo de sangue. 
A febre reumática pode causar a valvulopatia reumática, que pode ocorrer devido a defeitos de nascença nas válvulas do coração, alterações relacionadas com a idade, endocardite ou lúpus.
Os sintomas das valvulopatias são a presença de sopros no coração, fadiga, falta de ar, dor no peito ou inchaço. Muitos indivíduos têm valvulopatias, mas não apresentam sintomas, nem têm qualquer tipo de problema cardíaco. Porém, em outros indivíduos, a valvulopatia pode piorar lentamente ao longo da vida, provocando problemas cardíacos graves como insuficiência cardíaca, derrame, coágulos sanguíneos ou morte súbita por parada cardiorrespiratória. 
O objetivo do tratamento das valvulopatias é reduzir a evolução da insuficiência cardíaca e prevenir complicações. O médico cardiologista é o especialista indicado para diagnosticar e indicar o melhor tratamento para o indivíduo com valvulopatia. 

Valvulopatia aórtica

A valvulopatia aórtica é uma lesão na válvula aórtica, localizada no lado esquerdo do coração, que permite a passagem de sangue entre o ventrículo esquerdo e a artéria aorta. Os sintomas da doença vão piorando ao longo do tempo, sendo que nas fases iniciais podem ser palpitações e falta de ar, enquanto nas fases mais avançadas pode surgir insuficiência cardíaca, dificuldade para respirar, perda de consciência, angina de peito e náuseas. 
O tratamento consiste em repouso, alimentação sem sal e uso de remédios diuréticos, digitálicos e antiarrítmicos. Nos casos mais graves, pode ser necessário a cirurgia para substituir a válvula aórtica. 

Valvulopatia mitral

A valvulopatia mitral é a mais comum e surge devido a lesões na válvula mitral, que se localiza entre o ventrículo e a aurícula esquerda do coração. Os sintomas mais comuns desta doença podem ser sensação de falta de ar, tosse, fadiga, náuseas, palpitações e aparecimento de inchaço nos pés e pernas. 
Alguns medicamentos como diuréticos, anticoagulantes, antibióticos e antiarrítmicos estão indicados no tratamento da doença pois regularizam a frequência e a função cardíaca. A reparação da válvula danificada através de cateterismo cardíaco e a substituição cirúrgica da válvula por uma prótese, podem ser usadas como tratamento nos casos mais graves. 

Valvulopatia pulmonar

A valvulopatia pulmonar surge devido a lesões na válvula pulmonar que se localiza no lado direito do coração e que permite a passagem de sangue do coração para o pulmão. Esta doença é menos frequente e normalmente deve-se a defeitos cardíacos de nascença. 
Os sintomas da doença só surgem em estados avançados e podem ser inchaço das pernas, cansaço muscular, falta de ar e episódios de paragem do coração. O tratamento consiste sempre em cirurgia para tratar a lesão ou substituir a válvula. 

Valvulopatia tricúspide

A valvulopatia tricúspide ocorre na válvula tricúspide localizada entre o ventrículo e a aurícula direita que permite a passagem de sangue entre estes dois locais do coração. As valvulopatias tricúspides normalmente surgem devido a infecções como febre reumática ou endocardite e a hipertensão arterial pulmonar. 
Os sintomas mais comuns desta doença são aumento do peso, inchaço das pernas, dor de barriga, cansaço e, em casos mais avançados, sensação de falta de ar, palpitações e angina do peito. O seu tratamento consiste no uso de medicamentos diuréticos, antibióticos e, em casos graves, pode ser necessária cirurgia para reparar ou substituir a válvula. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Insuficiência cardíaca crônica

A insuficiência cardíaca crônica consiste na diminuição da capacidade do coração para bombear o sangue, provocada por problemas que levam à redução de enchimento do ventrículo, como infarto, ou que afetam a força do coração, como a pressão alta.
Geralmente, o paciente com insuficiência cardíaca crônica deve tomar remédios durante toda a vida para fortalecer o músculo cardíaco e reduzir os sintomas, assim como, fazer consultas regulares no cardiologista.
Quando o tratamento da insuficiência cardíaca crônica (ICC) não é feito de forma adequada, o paciente pode apresentar um episódio de insuficiência cardíaca agudizada, ou descompensada, que pode resultar em complicações graves, como edema do pulmão.

Sintomas de insuficiência cardíaca crônica

Os sintomas de insuficiência cardíaca crônica podem incluir:
  • Dificuldade para respirar em exercício;
  • Cansaço excessivo;
  • Respiração rápida;
  • Inchaço nas pernas, abdômen e braços;
  • Falta de ar quando deitado;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tosse frequente.
Os sintomas estão relacionados com o excesso de líquido nos pulmões e, por isso, o paciente sente alívio quando se descansa e se senta.

Tratamento para insuficiência cardíaca crônica

O tratamento para insuficiência cardíaca crônica deve ser indicado por um cardiologista e, normalmente, inclui a ingestão de remédios diuréticos, como Furosemida ou Hidroclorotiazida, ou remédios para a pressão sanguínea, como Lisinopril ou Caverdilol, para facilitar a eficácia da contração cardíaca.
Além disso, os indivíduos, durante o tratamento, devem evitar fazer uma dieta rica em sal e ter moderação na ingestão de líquidos para evitar o acúmulo de sangue, dificultando o trabalho do coração.
Nos casos mais graves, em que o coração não é capaz de dar resposta às necessidades do organismo, pode ser recomendada cirurgia para substituição de válvulas ou transplante cardíaco.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Como controlar a taquicardia

Para controlar rapidamente a taquicardia por ansiedade deve-se começar por evitar a situação que está provocando o excesso de estresse e depois utilizar técnicas simples, como respirar fundo ou colocar água fria no rosto, para acalmar.
No entanto, caso a taquicardia emocional se mantenha após 10 minutos, podem ser utilizadas outras técnicas que ajudam a regular os batimentos cardíacos, fazendo com que o coração volte a bater num ritmo normal, e que incluem:
  1. Ficar em pé e dobrar o tronco em direção às pernas;
  2. Tossir com força 5 vezes;
  3. Soprar com a boca fechada 5 vezes;
  4. Respirar fundo, inspirando pelo nariz e deitando o ar pela boca lentamente 5 vezes;
  5. Fazer contagem dos números do 60 para o 0, de forma lenta e olhando para cima.
Após utilizar estas técnicas, os sintomas de taquicardia, como sensação de peso no peito, palpitações, respiração rápida e fraqueza vão começar a diminuir, acabando por desaparecer após alguns minutos. Nestes casos, mesmo que a taquicardia esteja controlada é importante evitar alimentos ou bebidas que aumentem a frequência cardíaca, como chocolate, café ou bebidas energéticas, como Red Bull, por exemplo.
Quando a taquicardia dura mais de 30 minutos é recomendado ir ao pronto-socorro para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado, que pode incluir o uso de remédios diretamente na veia.

Medicamentos para controlar a taquicardia

Os medicamentos para controlar a taquicardia, como Amiodarona ou Flecainida, normalmente são utilizados quando o paciente possui uma doença que provoca taquicardia sinusal e, por isso, só devem ser tomados sob orientação de um cardiologista.
No entanto, alguns remédios ansiolíticos, como o Xanax ou o Diazepam, podem ajudar a controlar a taquicardia, especialmente quando é provocada por situações de excesso de estresse.

Quando ir ao médico

É recomendado ir imediatamente ao pronto-socorro ou consultar o cardiologista quando a taquicardia:
  • Demora mais de 30 minutos para desaparecer;
  • É acompanhada de sintomas como dor no peito que irradia para o braço esquerdo, dor de cabeça ou falta de ar;
  • Surge mais de 2 vezes por semana.
Nestes casos, geralmente o indivíduo faz exames como eletrocardiograma para identificar a causa da taquicardia e o cardiologista orienta o tratamento adequado.

domingo, 14 de dezembro de 2014

5 dicas para evitar a trombose

A trombose venosa profunda normalmente é mais comum em adultos que ficam muito tempo em pé, fumam, tomam a pílula anticoncepcional ou que estão acima do peso ideal, por exemplo.
Porém, existem 5 dicas simples, que sendo seguidas todos os dias, ajudam a evitar a trombose.​
  1. Não ficar mais de 2 horas sentado, fazendo pausas regulares para fazer pequenas caminhadas, principalmente durante viagens;
  2. Movimentar as pernas e os pés de 30 em 30 minutos, fazendo os exercícios mostrados nas imagens por 30 segundos, por exemplo;
  3. Evitar cruzar as pernas quando estiver sentado;
  4. Utilizar roupa confortável, dando preferência para calças e sapatos pouco apertados;
  5. Beber 1,5 litros de água por dia.
Para complementar estas dicas, deve-se fazer exercício físico pelo menos 2 vezes por semana, ter uma alimentação balanceada, rica em legumes e vegetais e evitar fumar ou ingerir bebidas alcoólicas em excesso.
Além disso, é importante informar o clínico geral de casos anteriores de trombose venosa profunda ou histórico familiar da doença, uma vez que pode ser recomendado utilizar meias compressivas, especialmente durante viagens longas ou em trabalhos que exijam estar muito tempo de pé.
FONTE: tuasaude.com

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

12 sinais que podem indicar problemas no coração

Saber quais os sinais que podem indicar problemas no coração pode ajudar a prevenir um ataque cardíaco, por exemplo, ou facilitar o diagnóstico de alguma doença do coração como insuficiência cardíaca.
Assim, 12 sinais que podem indicar problemas no coração são:
  1. Ansiedade: um ataque cardíaco pode causar muita ansiedade e medo da morte, momentos antes de ocorrer;
  2. Desconforto no peito: sintoma clássico de um ataque cardíaco;
  3. Tosse persistente: pode ser o resultado do acúmulo de líquidos nos pulmões, devido à insuficiência cardíaca;
  4. Tontura: sentir-se tonto e chegar a desmaiar pode ocorrer momentos antes de umataque cardíaco ou em casos como arritmia ou hipotensão;
  5. Fadiga: sentir-se muito cansado o tempo todo pode indicar insuficiência cardíaca;
  6. Náusea ou falta de apetite: pode estar relacionada com o inchaço abdominal causado pela retenção de líquidos ou associada à dor do infarto;
  7. Dor em outras partes do corpo: a dor pode começar no peito e se espalhar para os ombros, braços, cotovelos, costas, pescoço, mandíbula ou abdômen ou estar relacionada a um ataque cardíaco;
  8. Pulso rápido e irregular: quando acompanhado de fraqueza, tonturas ou dificuldade em respirar pode ser evidência de um ataque cardíaco, insuficiência cardíaca ou uma arritmia;
  9. Falta de ar: pode indicar também o início de um ataque cardíaco;
  10. Suor frio repentino: pode indicar um infarto, hipotensão, hipertensão ou arritmia;
  11. Inchaço: o inchaço das pernas e dos pés pode ser sinal de insuficiência cardíaca, pois esta doença pode causar retenção de líquidos;
  12. Fraqueza extrema: pode ocorrer nos dias que antecedem um ataque cardíaco ou associada a insuficiência cardíaca ou hipotensão;
Quanto maior o número de sintomas que sentir, maiores são as chances de apresentar um quadro de insuficiência cardíaca, ou mesmo ataque cardíaco. Por isso, é importante marcar uma consulta com um cardiologista para uma avaliação minuciosa e consequente tratamento.
Indivíduos que possuem maiores chances de sofrer com doenças do coração são aqueles que têm antecedentes familiares com problemas de coração, os que estão acima do peso ideal, fumam e possuem outras doenças associadas, como diabetes e hipertensão. Nestes casos, todo o cuidado é pouco.
FONTE: tuasaude.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Como se recuperar de uma fratura mais rápido.

Para se recuperar de uma fratura mais rápido é aconselhado seguir alguns conselhos práticos como:
  • Permanecer engessado pelo tempo recomendado pelo médico, evitando fazer esforços, no entanto, não é recomendado o repouso absoluto.
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio porque isto favorece a cicatrização óssea. Alguns exemplos: leite, derivados do leite, abacate e brócolis. Mais exemplos em:Alimentos ricos em cálcio.
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina C como por exemplo: laranja, limão, acerola e abacaxi porque eles atuam na regeneração de todos os tecidos. Veja mais em: Alimentos ricos em vitamina C.
  • Tomar um suplemento de colágeno hidrolisado, com o conhecimento médico. Este suplemento garante a formação mais rápida dos tecidos cartilaginosos, sendo especialmente indicado para as fraturas próximas das articulações ou que envolvam articulações. 
  • Investir nos alimentos com propriedades anti-inflamatórias como alho, cebola, atum e salmão. Veja outros: Alimentos anti-inflamatórios.
  • Nas fraturas expostas: Evitar alimentos doces, pois quanto mais açúcar no sangue, pior a cicatrização da pele.
Alimentos ricos em vitamina C e cálcio
Alimentos anti-inflamatórios
Estes alimentos são importantes para garantir a perfeita consolidação óssea e a regeneração dos tecidos lesionados e quando são consumidos diariamente podem ajudar o indivíduo a se recuperar mais rapidamente de uma fratura.

Como recuperar os movimentos e a força muscular depois de uma fratura

Para recuperar os movimentos e a força muscular depois de uma fratura é aconselhado fazer fisioterapia. A articulação imobilizada tende a ficar muito rígida e para recuperar o seu movimento aconselha-se a realização de exercícios de mobilização articular e os exercícios de fortalecimento são indispensáveis para que o indivíduo recupere-se completamente.
Pode ser útil:
  • Colocar a parte afetada numa bacia com água morna e realizar alguns exercícios ainda dentro da água pode ajudar, pois a água morna irá diminuir a sensação de dor e os movimentos serão mais facilmente realizados.
  • Ficar mexendo os dedos várias vezes ao dia quando o braço, mão ou perna estiverem imobilizados;
  • Descansar com o membro engessado numa posição mais alta, porque isto evita o inchaço, acelerando a recuperação.
Mover os dedos enquanto estiver imobilizado
Descansar com o membro elevado
Em relação a recuperação completa da fratura é importante  ter expectativas reais e avançar devagar. Raramente um indivíduo que esteve engessado por mais de 30 dias irá conseguir realizar todos os movimentos que a articulação permitia em menos de 4 ou 5 dias. No entanto com o passar do tempo os movimentos poderão voltar ao normal.

Tempo de recuperação da fratura

O tempo de recuperação total de uma fratura pode ser 20 dias a 6 meses ou mais, dependendo da idade e capacidade de recuperação do indivíduo.
Geralmente as crianças recuperam-se de uma fratura em menos de 2 meses e idosos e podem levar até 1 ano para se recuperar completamente, especialmente quando se trata de uma fratura no fêmur, por exemplo, mas ao seguir as recomendações acima este tempo pode diminuir consideravelmente.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ARRITMIA CARDÍACA PODE MATAR ?


A arritmia cardíaca do quando é maligna, deverá ser devidamente tratada, pois pode matar.  As arritmias malignas podem levar a parada cardíaca, a choque cardiogênico ou a modificação na estrutura e na função do coração. 
arritmia cardíaca pode levar a morte também devido a uma isquemia cerebral levando a um acidente vascular cerebral (AVC).  Isso pode acontecer em um tipo de arritmia conhecida como fibrilação atrial porque este tipo de arritmia pode resultar em formação de coágulos sanguíneos dentro do coração e esses coágulos podem se desprender e chegar ao cérebro, através da corrente sanguínea, e gerar um acidente vascular cerebral (AVC).
A arritmia cardíaca benigna ou mesmo a arritmia cardíaca maligna, quando devidamente tratadas, têm menores riscos de complicações e as chances de levarem a morte são reduzidas.
FONTE: tuasaude.com

PARADA CARDÍACA: SINAIS, SINTOMAS E TRATAMENTO

A parada cardíaca é uma situação de emergência que pode levar à morte em poucos minutos, se não for tratada rapidamente. Nesta situação, o coração está gravemente comprometido e deixa de bater ou passa a bater muito lentamente, de forma insuficiente.

Sintomas de parada cardíaca

Antes da pessoa apresentar uma parada cardíaca, ela pode sentir:
  • Dor forte no peito, abdômen e nas costas
  • Dor forte de cabeça
  • Falta de ar ou dificuldade em respirar
  • Enrolar a língua, apresentando dificuldade em falar
  • Dor ou formigamento no braço esquerdo
  • Fortes palpitações
​​Uma parada cardíaca pode ser suspeitada quando a vítima:
  • É encontrada desacordada
  • Não responde quando chamado
  • Não respira
  • Não tem pulso

Primeiros socorros em caso de parada cardíaca

Em primeiro lugar, chamar uma ambulância ligando para o número 192 ou 193. Em seguida, iniciar, o mais rápido possível,  a massagem cardíaca, descrita em detalhes abaixo:
  1. Deite a vítima no chão de barriga para cima;
  2. Posicione o queixo da vítima mais para cima, para facilitar a respiração;
  3. Abra a boca da vítima, para facilitar a entrada de ar; 
  4. Posicione suas mãos sobre o coração da vítima, como mostra a imagem;
  5. Empurre as suas mãos com força e rapidamente sobre o coração, na velocidade de mais de 100 empurrões  por 2 minutos. A cada 2 minutos, observar se o paciente respira ou responde. Caso contrário, continuar as massagens até a chegada do socorro.

Causas da parada cardíaca

As causas da parada cardíaca podem ser:
  • Choque elétrico
  • Choque hipovolêmico
  • Envenenamento
  • Doença cardíaca (infarto, arritmia, dissecção de aorta, tamponamento cardíaco, insuficiência cardíaca)
  • Acidente vascular cerebral
  • Insuficiência respiratória
  • Afogamento
A parada cardíaca acontece, mais frequentemente, em indivíduos com problemas cardíacos, doenças pulmonares crônicas, fumantes, diabéticos, obesos, colesterol alto, triglicerídeos elevados ou em pessoas com hábitos de vida pouco saudáveis e alimentação inadequada.

Como identificar uma parada cardíaca

Para identificar a parada cardíaca, pode-se:
  • Chamar a vítima para saber se ela responde
  • Verificar se ela respira
  • E, se possível, pesquisar se o coração está batendo, colocando a mão no pescoço do paciente, próximo a garganta

Tratamento para parada cardíaca

O tratamento inicial para parada cardíaca é fazer o coração voltar a bater o mais rápido possível. Isso pode ser conseguido através da massagem cardíaca e/ou através do uso de um aparelho chamado desfibrilador, que pode ser utilizado até mesmo na rua por profissionais capacitados. Quando o coração volta a bater, é preciso fazer exames que evidenciem o que causou a parada cardíaca, para que, assim, possa ser tratado e evitada nova parada cardíaca. Em alguns casos, pode ser necessário o implante de um Marcapasso ou até mesmo um CDI (cardiodesfibrilador implantável), pequenos aparelhos que diminuem ou revertem a parada cardíaca.
Para diminuir a chance de sofrer uma parada cardíaca, é necessário que o indivíduo tome regularmente os medicamentos para o coração, tenha um estilo de vida saudável e evite o estresse.

FONTE: tuasaude.com
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