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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Tabela para saber o sexo do bebê

É possível saber o sexo do bebê, de forma simples e rápida, sem fazer exames, utilizando somente a tabela chinesa. Basta saber a idade da mãe e em que mês ela engravidou para usar este tipo de teste. No entanto, existem algumas considerações importantes que podem influenciar no resultado, como se a mãe nasceu antes de completar 9 meses de gestação ou se ela está grávida de gêmeos, por exemplo.

Como funciona a tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Esta tabela funciona da seguinte maneira:
1) A mulher deve descobrir a sua idade lunar, que é a idade quando engravidou + 1, desde que não tenha nascido em janeiro ou fevereiro.
Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 11/06/82, em 2012 completa 30 anos. Então, se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 31. Quem nasceu em janeiro ou fevereiro não precisa acrescentar +1 à sua idade, pois sua idade lunar é a mesma idade em que engravidou. Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 29/01/85, em 2012 completa 27 anos. Se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 27, pois não necessita somar nada.
2) Basta saber em qual mês ela engravidou e verificar na tabela abaixo. Os quadrados azuis representam os meninos e os quadrados cor de rosa representam as meninas.
tabela chinesa sexo bebe
Algumas situações que deve ser levadas em conta são:
  • Quando a mãe nasceu antes da data prevista: Deve-se calcular a idade lunar de acordo com a data em que ela deveria nascer. Por exemplo: Se a mãe nasceu de 8 meses, nos meses de janeiro e fevereiro, ela deverá acrescentar + 1.
Outras formas de descobrir o sexo do bebê são através do exame de ultrassom, realizado durante o pré-natal, e através do exame de sangue chamado sexagem fetal, que leva em consideração a quantidade de hormônios na corrente sanguínea mas também é possível saber o sexo do bebê através do exame de urina que se compra na farmácia, veja: Teste para saber o sexo do bebê. Veja como fazer o teste de farmácia para saber o sexo do bebê em Intelligender.

fonte: tuasaude.com

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ultrassom 3D e 4D mostram detalhes do rosto do bebê e identificam doenças

Os ultrassons 3D ou 4D podem ser feitos durante o pré-natal entre as semanas 26 e 29 e são utilizados para ver detalhes físicos do bebê e avaliar a presença e também a gravidade de doenças, e não apenas para diminuir a curiosidade dos pais.
O exame em 3D mostra detalhes do corpo do bebê, sendo possível ver o rosto e os órgãos genitais com mais nitidez, enquanto no exame em 4D, além das feições bem definidas, também é possível visualizar os movimentos do feto na barriga da mãe. 
Imagem de bebê em ultrassom 3D
Imagem bebê em 3D

Preço do ultrassom 3D e 4D

Esses exames podem custar cerca de 200 a 300 reais, e são feitos do mesmo modo que o ultrassom convencional, sem precisar de nenhum preparo especial. No entanto, recomendando-se apenas não utilizar cremes hidratantes na barriga e ingerir bastante líquidos no dia anterior ao exame.

Quando fazer o ultrassom 3D e 4D

A melhor época para fazer os ultrassons 3D e 4D é entre as 26 e 29 semanas de gestação, quando o bebê já está crescido e ainda existe bastante líquido amniótico na barriga da mãe.
Antes desse período, o feto ainda é muito pequeno e com pouca gordura debaixo da pele, o que dificulta a visualização das suas feições, e depois das 30 semanas o bebê está muito grande e ocupa muito espaço, sendo difícil ver o seu rosto e seus movimentos.

Quando a imagem não fica boa

A imagem do ultrassom 3D/4D pode não ficar boa nos casos em que:
  • O bebê está virado para as costas da mãe, impedindo que o médico identifique seu rosto;
  • O bebê está com os membros ou o cordão umbilical na frente do rosto;
  • Existe pouco líquido amniótico, pois quanto mais líquido, melhores são as imagens;
  • Existe excesso de gordura na barriga da mãe, o que dificulta a passagem das ondas que formam a imagem no aparelho de ultrassom.
É importante lembrar que o exame começa com o ultrassom normal, pois o ultrassom 3D/4D só é feito quando se obtém boas imagens no exame convencional.

Doenças identificadas pelo ultrassom

Em geral, os ultrassons 3D e 4D identificam as mesmas doenças que o ultrassom convencional e por isso normalmente não são cobertos pelos planos de saúde. As principais alterações detectadas pelo ultrassom são:
  • Lábio Leporino, que é uma má formação do céu da boca;
  • Defeitos na coluna do bebê;
  • Malformações no cérebro, como hidrocefalia ou anencefalia;
  • Malformações nos membros, rins, coração, pulmões e intestino;
  • Síndrome de Down.
A vantagem do exames em 3D ou 4D é que eles possibilitam uma melhor avaliação da gravidade do problema, podendo ser feitos após o diagnóstico no ultrassom convencional.
Além disso, na maioria dos casos é usado o ultrassom morfológico, que faz parte dos exames de pré-natal que devem ser feitos para identificar doenças e malformações no bebê.
FONTE: TuaSaude.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Como manter a autoestima em dia durante a gravidez

Oscilação hormonal, sensibilidade e insegurança podem ser controladas

Esperar um bebê confere às mulheres um ar radiante e beleza. No entanto, durante o período de gestação, elas também passam por aprovações. As emoções ficam fora de controle, os seios passam a doer, pernas e pés ficam inchados, ganha-se peso e a coluna sofre. Isso sem falar dos medos e angústias. O corpo passa por uma metamorfose e a mente também. E não basta o parto chegar. As sensações e sentimentos controversos podem se estender por meses. A lista de contratempos é grande. Porém, pode ser encarada numa boa com pequenos cuidados durante o período. 

Transformar a espera pelo filho em uma experiência amarga não é exatamente o que as mulheres querem. "A ansiedade e o excesso de preocupações são sintomas normais. A autoestima pode sofrer um abalo e, inclusive, ficar ameaçada. Mas, em primeiro lugar, as mulheres devem saber que estas oscilações são extremamente normais", explica a obstetra Daniela Maeyama. 
Aprenda como manter a autoestima em dia durante a gravidez - Foto: Getty Images
Aprenda como manter a autoestima em dia durante a gravidez
A variação de humor durante a gravidezexiste sim. Os culpados pela irregularidade dos sentimentos são os hormônios. "A oscilação hormonal é muito grande no período e isso reflete na mudança brusca de comportamento", explica a profissional. 

A gangorra emocional vivida no período de gestação não deve assustar, segundo a psicóloga Doralice Lima. As transformações do corpo afetam, naturalmente, as emoções e o coportamento feminino. "O recolhimento às vezes é necessário para evitar a sobrecarga de sentimentos. Mas para que ele ocorra sem estresse, cabe a grávida sinalizar que está passando por um momento de vida em que as cobranças internas como 'serei uma boa mãe?' estão muito presentes. Conversar com o parceiro e explicar às pessoas mais próximas pode ajudar a gestante a se sentir menos confusa", explica Doralice. 
Aprenda como manter a autoestima em dia durante a gravidez - Foto: Getty Images
Aprenda como manter a autoestima em dia durante a gravidez
Desvie das armadilhas 
A oscilação hormonal, as mudanças no corpo e a certeza de que ter um filho é um desafio para a vida toda abrem precedentes para que as grávidas entrem em conflitos emocionais. Inevitavelmente eles abalam a autoestima. De acordo com a psicóloga, estes estágios durante a gestação podem ser amenizados. "A instabilidade emocional é latente durante os nove meses e pode se estender depois do nascimento da criança. Lidar de forma menos negativa com os inconvenientes e não se preocupar em exagero é a melhor forma de amenizar e harmonizar a gravidez". 

Se cobrar menos, não exigindo respostas para tudo, diz a psicóloga, ajuda também na prevenção de uma possível depressão pós-parto.  
Ao alimentar os medos a mulher sente-se menos preparada para ser mãe e a sua autoestima despenca, levando a quadros de depressão. Segundo Doralice, a pressão interna e o peso da responsabilidade podem ser diluidos com pequenas atitudes, como não deixar para a última hora a compra do enxoval da criança. 
"Muitas mulheres decidem lidar com as responsabilidades que vão assumir somente nos últimos meses de gravidez. É um erro, pois justamente neste momento já existe um esgotamento físico e ter de encarar pequenas tarefas pode virar um tormento", explica. A chegada do bebê deve ser um motivo de alegria. "Agir com tranquilidade e não se deixar tomar pelo pânico é a melhor receita", finaliza. 

 

domingo, 14 de junho de 2015

TROMBOEMBOLISMO VENOSO


Tromboembolismo venoso (TEV) é o termo empregado para designar a combinação de duas doenças, a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda é uma doença causada pela formação de coágulos no interior das veias profundas, geralmente nos membros inferiores. E embolia pulmonar é a obstrução das artérias do pulmão causada pela formação de coágulos (trombo).
É uma doença decorrente de condições variadas, adquiridas ou congênitas. Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença estão:
• Cirurgia e Trauma;
• Idade;
• Obesidade;
• Câncer;
• Gravidez e pós-parto;
• Tabagismo;
• Varizes;
• Uso de anticoncepcional.

Apesar de serem duas doenças combinadas, o tratamento do Tromboembolismo venoso deve ser único. É uma doença de alto risco, podendo levar a óbito caso não ocorra o tratamento adequado.

SINTOMAS

O tromboembolismo venoso pode apresentar os seguintes sintomas:
  • Edema (inchaço);
  • Dor;
  • Calor;
  • Rubor (vermelhidão);
  • Rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo;
  • Cor mais escura da pele;
  • Endurecimento do tecido subcutâneo;
  • Eczemas.

TRATAMENTOS E CUIDADOS

O tratamento do Tromboembolismo Venoso consiste em aliviar os sintomas agudos da doença, evitar o aumento dos coágulos e diminuir a morbidade da síndrome pós-trombótica. É indicado o uso de medicamentos intravenosos ou via oral.
O laboratório Bayer, a fim de analisar o risco da ocorrência de TEV, patrocinou estudos para analisar o uso de anticoncepcionais combinados com drospirenona. Assim como em anticoncepcionais com levonorgestrel, o contraceptivo combinado com drospirenona apresenta baixa incidência do acontecimento de TEV. Já no período da gravidez, esta incidência aumenta-se consideravelmente.
Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos – Assista ao vídeo, clique aqui
Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos 2 – Assista ao vídeo, clique aqui

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

INFECÇÃO UTERINA NA GRAVIDEZ

A infecção uterina na gravidez, também conhecida como corioamnionite, é uma condição rara que acontece mais frequentemente no final da gestação e, na maioria dos casos, não coloca em risco a vida do bebê.
Esta infecção acontece quando as bactérias do trato urinário alcançam o útero e, normalmente, se desenvolve em grávidas com trabalho de parto prolongado, rompimento da bolsa antes do tempo ou infecção urinária.
A infecção uterina na gravidez é tratada no hospital com injeção de antibióticos na veia para impedir complicações no bebê, como pneumonia ou meningite.

Sintomas da infecção uterina na gravidez

Os sintomas da infecção uterina na gravidez são raros, mas podem incluir:
  • Febre acima de 38ºC;
  • Calafrios e aumento da sudorese;
  • Sangramento vaginal;
  • Corrimento vaginal com cheiro fétido;
  • Dor abdominal, especialmente durante o contato íntimo.
É normal que a infecção uterina na gravidez não provoque sintomas e, por isso, a grávida pode só descobrir que tem uma infecção durante uma consulta de rotina no ginecologista ou obstetra.
Porém, caso surjam sintomas, é recomendado consultar o obstetra o mais rápido possível, para fazer exames de sangue e ultrassonografia para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado. Além disso, também pode ser necessário ecografia ou cardiotografia, para avaliar a saúde do feto.

Tratamento para infecção uterina na gravidez

O tratamento para infecção uterina na gravidez deve ser orientado pelo obstetra e, normalmente, é iniciado com o uso de antibióticos na veia, como Gentamicina ou Clindamicina, durante 7 a 10 dias, para eliminar as bactérias que estão provocando a infecção.
No entanto, nos casos mais graves, em que há risco de o bebê desenvolver pneumonia ou meningite, pode ser recomendado fazer o parto normal antes do tempo. A cesárea só deve ser utilizada em último caso para evitar contaminar o abdômen da grávida.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

TABELA PARA SABER O SEXO DO BEBÊ

Uma das formas de saber o sexo do bebê é utilizando a tabela chinesa. Nela, basta combinar a idade lunar da mãe e o mês da concepção, que é o mês em que a mulher ficou grávida, para descobrir se ela está esperando um menino ou uma menina.

Como funciona a tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Esta tabela funciona da seguinte maneira:
1) A mulher deve descobrir a sua idade lunar, que é a idade quando engravidou + 1, desde que não tenha nascido em janeiro ou fevereiro.
Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 11/06/82, em 2012 completa 30 anos. Então, se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 31. Quem nasceu em janeiro ou fevereiro não precisa acrescentar +1 à sua idade, pois sua idade lunar é a mesma idade em que engravidou. Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 29/01/85, em 2012 completa 27 anos. Se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 27, pois não necessita somar nada.
2) Basta saber em qual mês ela engravidou e verificar na tabela abaixo. Os quadrados azuis representam os meninos e os quadrados cor de rosa representam as meninas.
tabela chinesa sexo bebe

Considerações importantes

Algumas situações que deve ser levadas em conta são:
  • Quando a mãe nasceu antes da data prevista: Deve-se calcular a idade lunar de acordo com a data em que ela deveria nascer. Por exemplo: Se a mãe nasceu de 8 meses, nos meses de janeiro e fevereiro, ela deverá acrescentar + 1.
  • Este método pode ser falho em caso de gravidez de gêmeos.
Apesar dos chineses acreditarem que esta tabela é 99% segura. Atualmente, a melhor forma de descobrir o sexo do bebê é através do exame de ultrassom, realizado durante o pré-natal, mas também existe um exame de sangue chamado sexagem fetal, que pode dizer se o bebê é menino ou menina, levando em consideração a quantidade de hormônio na corrente sanguínea da mãe.

HEMORRAGIA MENSTRUAL

A hemorragia menstrual é aquela que acontece fora do ciclo menstrual, ou quando há menstruação abundante por mais de 7 dias. Ela pode ter diversas causas e é uma das queixas mais frequentes nos consultórios de ginecologia.
A hemorragia menstrual excessiva pode ser perigosa porque provoca a diminuição acentuada de ferro e aparecimento de anemia, reduzindo a quantidade de oxigênio no organismo. Além disso, dependendo da causa do sangramento excessivo, a mulher pode possuir um grave problema de saúde, como um câncer e por isso é importante buscar ajuda médica.

Tratamento para hemorragia menstrual

O tratamento para hemorragia menstrual depende da causa do sangramento excessivo. Assim, nos casos relacionados com a produção de hormônios, geralmente, os remédios para parar a hemorragia menstrual são os contraceptivos orais. Já em caso de infecção é recomendado tomar o remédio antibiótico mais adequado. Em casos mais graves, como mioma uterino ou câncer, a cirurgia de histerectomia pode ser indicada para remover uma parte ou a totalidade do útero.

Sintomas da hemorragia menstrual

O sintoma característico da hemorragia menstrual é a perda de sangue abundante pela vagina, por mais de 7 dias. Outros sintomas que normalmente acompanham a hemorragia menstrual são:
  • Dor na região íntima;
  • Perda de sangue com coágulos grandes;
  • Inchaço abdominal;
  • Cansaço fácil;
  • Pode haver febre.
Quando a mulher sente estes sintomas deve procurar um médico ginecologista para realizar  exame físico, ginecológico, de sangue, ultrassom a fim de diagnosticar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Causas da hemorragia menstrual

As causas da hemorragia menstrual podem ser diversas, estando relacionadas a fatores hormonais, físicos ou de doença que incluem:
  • Modificações do útero, como mioma, pólipos, adenomiose e câncer;
  • Alterações na coagulação sanguínea;
  • Problemas hormonais, como hipotireoidismo ou hipertireoidismo ou falta de ovulação;
  • Infecção no útero, aparelho urinário ou bexiga;
  • Uso de contraceptivos orais;
  • Gravidez ou aborto espontâneo;
  • Pancadas na região abdominal ou pélvica.
​​Quando não é possível identificar a causa da hemorragia excessiva, pode ser considerado que a mulher sofre de hemorragia uterina disfuncional que não tem uma causa orgânica e que leva ao crescimento descontrolado do revestimento do útero, provocando sangramento e aumentando as chances de desenvolver câncer do endométrio.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Trombose na placenta

A trombose na placenta ocorre quando o sangue coagula em alguma veia ou artéria da placenta e o oxigênio e os nutrientes não chegam em quantidades suficientes ao feto, podendo provocar mal formações do feto, nascimento antes do tempo e até aborto.
Geralmente, a trombose na placenta ocorre em grávidas que apresentam o sangue mais grosso do que o normal, e por isso, é recomendado fazer um exame de coagulação do sangue para avaliar o risco de desenvolver trombose na placenta durante a gravidez.

Causas da trombose na placenta

Na maioria dos casos, a trombose na placenta é causada por problemas de coagulação do sangue como trombofilias, por exemplo, que podem surgir antes ou durante a gravidez.
A mulher com trombofilia tem maior risco de desenvolver coágulos devido a alterações no sangue, como défice de antitrombina, défice de proteína C, défice de proteína S e alteração do fator V de Leiden.

Sintomas da trombose na placenta

O principal sintoma de trombose na placenta é a diminuição ou ausência dos movimentos do bebê na barriga. No entanto, na maioria dos casos, a gestante não sente sintomas de trombose na placenta e, por esta razão deve ir a todas as consultas de pré-natal para acompanhar o desenvolvimento do bebê através através de ecografias.
Nos casos em que a mulher, deixa de sentir os movimentos do bebê deve ir imediatamente ao ponto socorro ou ao obstetra que acompanha a gravidez para verificar o seu estado de saúde e o do bebê.

Como tratar a trombose na placenta

O tratamento para trombose na placenta deve ser orientado por um obstetra e, geralmente, inclui o uso de remédios anticoagulantes, como varfarina, para manter o sangue fino e prevenir a formação de novos coágulos, garantindo que o bebê e a mãe não correm risco de vida.
Durante o tratamento, é importante adotar alguns cuidados que ajudam a manter o sangue mais fino, como:
  • Comer alimentos ricos em vitamina E como óleo de gérmen de trigo, avelã ou sementes de girassol. Veja outros alimentos em: Alimentos ricos em vitamina E.
  • Utilizar meias de compressão;
  • Evitar cruzar as pernas;
  • Não comer alimentos muito gordurosos como queijos amarelos, condimentos ou embutidos.
Além disso, é fundamental que a grávida não coma alimentos ricos em vitamina K, como espinafres ou brócolis, pois esta vitamina é responsável por engrossar o sangue, aumentando o risco de trombose.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Como se recuperar de uma fratura mais rápido.

Para se recuperar de uma fratura mais rápido é aconselhado seguir alguns conselhos práticos como:
  • Permanecer engessado pelo tempo recomendado pelo médico, evitando fazer esforços, no entanto, não é recomendado o repouso absoluto.
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio porque isto favorece a cicatrização óssea. Alguns exemplos: leite, derivados do leite, abacate e brócolis. Mais exemplos em:Alimentos ricos em cálcio.
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina C como por exemplo: laranja, limão, acerola e abacaxi porque eles atuam na regeneração de todos os tecidos. Veja mais em: Alimentos ricos em vitamina C.
  • Tomar um suplemento de colágeno hidrolisado, com o conhecimento médico. Este suplemento garante a formação mais rápida dos tecidos cartilaginosos, sendo especialmente indicado para as fraturas próximas das articulações ou que envolvam articulações. 
  • Investir nos alimentos com propriedades anti-inflamatórias como alho, cebola, atum e salmão. Veja outros: Alimentos anti-inflamatórios.
  • Nas fraturas expostas: Evitar alimentos doces, pois quanto mais açúcar no sangue, pior a cicatrização da pele.
Alimentos ricos em vitamina C e cálcio
Alimentos anti-inflamatórios
Estes alimentos são importantes para garantir a perfeita consolidação óssea e a regeneração dos tecidos lesionados e quando são consumidos diariamente podem ajudar o indivíduo a se recuperar mais rapidamente de uma fratura.

Como recuperar os movimentos e a força muscular depois de uma fratura

Para recuperar os movimentos e a força muscular depois de uma fratura é aconselhado fazer fisioterapia. A articulação imobilizada tende a ficar muito rígida e para recuperar o seu movimento aconselha-se a realização de exercícios de mobilização articular e os exercícios de fortalecimento são indispensáveis para que o indivíduo recupere-se completamente.
Pode ser útil:
  • Colocar a parte afetada numa bacia com água morna e realizar alguns exercícios ainda dentro da água pode ajudar, pois a água morna irá diminuir a sensação de dor e os movimentos serão mais facilmente realizados.
  • Ficar mexendo os dedos várias vezes ao dia quando o braço, mão ou perna estiverem imobilizados;
  • Descansar com o membro engessado numa posição mais alta, porque isto evita o inchaço, acelerando a recuperação.
Mover os dedos enquanto estiver imobilizado
Descansar com o membro elevado
Em relação a recuperação completa da fratura é importante  ter expectativas reais e avançar devagar. Raramente um indivíduo que esteve engessado por mais de 30 dias irá conseguir realizar todos os movimentos que a articulação permitia em menos de 4 ou 5 dias. No entanto com o passar do tempo os movimentos poderão voltar ao normal.

Tempo de recuperação da fratura

O tempo de recuperação total de uma fratura pode ser 20 dias a 6 meses ou mais, dependendo da idade e capacidade de recuperação do indivíduo.
Geralmente as crianças recuperam-se de uma fratura em menos de 2 meses e idosos e podem levar até 1 ano para se recuperar completamente, especialmente quando se trata de uma fratura no fêmur, por exemplo, mas ao seguir as recomendações acima este tempo pode diminuir consideravelmente.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

EXERCÍCIOS DE PILATES PARA GESTANTES E SEUS BENEFÍCIOS.

Os exercícios de Pilates melhoram a consciência corporal, fortalecem os músculos e ajudam a prevenir e a combater a incontinência urinária, que é comum no final da gestação. Além disso, estes exercícios aumentam a quantidade de oxigênio que chega até o bebê e ajudam a deixá-lo mais calmo e tranquilo.
Alguns exemplos de exercícios de Pilates que podem ser realizados na gravidez são:

1. Elevação da perna reta

Deitada de barriga para cima, dobrar uma perna e elevar a outra estando esticada. Fazer 10 levantamentos, enquanto contrai os músculos pélvicos.

2. Fortalecimento de glúteos

Na posição de quatro apoios elevar uma perna dobrada, como mostra a imagem. Fazer 10 levantamentos, enquanto contrai os músculos pélvicos.

3. Ponte

Deitada de barriga para cima elevar o quadril do chão, como mostra a imagem. Fazer 10 levantamentos, enquanto contrai os músculos pélvicos.
Elevação da perna reta

Ponte




Fortalecimento de glúteos

4. Gato arrepiado

Na posição de quatro apoios, tentar encostar o queixo no peito enquanto traz o quadril para frente e estica as costas, como mostra a imagem. Fazer 10 repetições, enquanto contrai os músculos pélvicos.

5. Saudação ao sol

Fique de joelhos e depois sente-se sobre os calcanhares, estique os braços para frente e incline o corpo, como mostra a imagem, até sentir o alongamento dos músculos das costas. Permaneça nesta posição durante pelo menos 20 segundos.

6. Alongamento de pernas

Manter-se na posição que mostra a imagem durante pelo menos 20 segundos. Fazer o mesmo exercício com as duas pernas.
Gato arrepiado

Saudação ao sol

Alongamento de pernas
Especialmente durante a gravidez, os exercícios de Pilates devem ser realizados com concentração máxima, lentidão e precisão dos movimentos.
Para contrair os músculos pélvicos corretamente é necessário tentar 'sugar' algo com os músculos da vagina, mantendo a contração durante cada exercício. Esta contração é importante para manter os músculos desta região devidamente fortalecidos para diminuir o risco de perde involuntária da urina, que é tão comum durante a gravidez e no pós-parto.
BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS PARA GESTANTES
Os exercícios de Pilates na gravidez podem ser realizado desde o primeiro trimestre, sem trazer qualquer problema para a mãe ou para o bebê. No entanto é importante que os exercícios sejam voltados para a gestante porque nesta fase é necessário fortalecer os abdominais e os músculos pélvicos que ficam naturalmente enfraquecidos nesta fase da vida da mulher.
As aulas de Pilates para gestantes podem ser realizadas 1 ou 2 vezes por semana com duração de 1 hora cada. Estes exercícios ajudam a suportar melhor o peso da barriga, combatem o inchaço e ainda facilitam o nascimento no parto normal, além de diminuir o risco de incontinência urinária na gravidez e no pós-parto.
Outros benefícios do Pilates na gravidez são:
  • Alongamento dos músculos das costas e pernas, que diminui a dor e o desconforto;
  • Maior controle sobre o peso;
  • Condicionamento físico;
  • Melhora da respiração;
  • Melhora da circulação sanguínea;
  • Maior oxigenação do bebê.
Além disso, a prática regular de Pilates durante a gestação acalma o o bebê por haver uma menor concentração de cortisol na corrente sanguínea da mãe.
Veja também: 6 exercícios de Pilates para gestantes.
Todas as grávidas podem praticar Pilates na gravidez?
As contraindicações do Pilates na gravidez são relativas e não existe nenhuma que seja absoluta. Desde que a mãe e o bebê estejam saudáveis e o profissional que a acompanha tenha ampla experiência em trabalhar com Pilates na gravidez, os riscos são praticamente inexistentes. Contudo, o médico obstetra deve ter conhecimento que a grávida está praticando Pilates durante a gravidez.
FONTE: tuasaude.com
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