segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tipos de Colesterol

O colesterol é um tipo de gordura presente nas células, fundamental para o bom funcionamento do organismo. No entanto, ter os níveis de colesterol total alto no sangue aumenta o risco de doenças cardiovasculares e, por isso, é importante que seus valores estejam equilibrados, o que pode ser conseguido com uma dieta pobre em gorduras e a prática regular de exercícios físicos.

1. Colesterol HDL

O colesterol HDL é conhecido como o colesterol bom. Ele é produzido pelo organismo, sendo fundamental para o bom funcionamento do corpo. Para aumentar os níveis de colesterol HDL no organismo, o que se deve fazer é emagrecer, adotando uma dieta pobre em gorduras e praticando exercícios físicos com regularidade. Ter o colesterol HDL baixo no organismo é prejudicial à saúde. O ideal é tê-lo sempre acima de 40mg/dl, pois o valores de referência do HDL são:
Colesterol HDL (bom)
Baixo: 
< 40 mg/dl para homens
< 50 mg/dl para mulheres
Ideal:
acima de 60 mg/dl
Saiba mais sobre o colesterol bom em: Colesterol Bom

2. Colesterol LDL

O colesterol LDL é o colesterol mau. Ele é considerado alto quando é igual ou superior a 130 mg/dL. Quando o nível de colesterol LDL está alto começa a haver deposição de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos, formando placas de gordura que, com o tempo, podem dificultar a passagem do sangue e levar a um ataque cardíaco ou AVC, por exemplo. Para diminuir o colesterol LDL no sangue, deve-se seguir uma dieta pobre em açúcar e em gordura e praticar alguma atividade física pelo menos 3 vezes por semana. O valor de referência do LDL é de:
Colesterol LDL (mau)AltoBaixo (normal)Ideal
 acima de 130 mg/dlabaixo de 130 mg/dlabaixo de 100 mg/dl
Pacientes que têm outros fatores de risco associados para doença cardíaca, como diabetes, hipertensão, obesidade, precisam ter seu nível de colesterol LDL ainda mais baixo, próximo ou abaixo de 100mg/dl. 

3. Colesterol VLDL

O colesterol VLDL transporta os triglicerídeos e também aumenta o risco de doenças cardíacas. O valor de referência do VLDL é de:
Colesterol VLDLAltoBaixoIdeal
 acima de 40 mg/dlabaixo de 30 mg/dlaté 30 mg/dl

4. Colesterol Total

O colesterol total é a soma do HDL, LDL e do VLDL. Ter o colesterol total alto representa um risco elevado de doenças cardiovasculares e, por isso, seus valores não devem ultrapassar os 200 mg/dl. O colesterol total acima de 200 ainda não é muito preocupante, mas o indivíduo deverá reduzir a ingestão de alimentos ricos em gordura para evitar que o colesterol fique muito alto e seja prejudicial à saúde. Uma boa dica é reduzir o consumo de carnes vermelhas. Os valores de referência para o colesterol são:
Colesterol TotalIdeal: <200 mg/dl

Colesterol Alto

O colesterol alto é diagnosticado num exame de sangue chamado lipidograma já que ele não apresenta sintomas. Quando o indivíduo descobre que seu colesterol está alto, o que se recomenda fazer é seguir uma dieta pobre em gordura e em açúcar e praticar exercícios regularmente. Em caso de não resposta ao tratamento inicial, pode-se utilizar remédios para o colesterol, como as estatinas, sob orientação médica. Algumas dicas do que se pode comer para baixar o colesterol alto são:
  • Frutas, verduras, legumes, carnes magras, como peito de frango e filé de peixe e laticínios light. Um ótimo remédio caseiro para baixar a taxa de colesterol no sangue é tomar diariamente 1 copo de suco de laranja batido com berinjela

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Saiba como calcular o Período Fértil

Para calcular o período fértil é necessário considerar que a concepção acontece sempre no meio do ciclo, ou seja, em torno do 14º dia de um ciclo normal de 28 dias.
Desta forma, para saber quando é o período fértil é preciso contar 14 dias a partir da data em que veio a sua última menstruação. A ovulação acontecerá entre 3 dias antes e 3 dias depois dessa data, que é o que se considera o período fértil da mulher.

Calculadora do período fértil

Adicione os seus dados e saiba qual é o seu período fértil para programar sua gravidez ou se proteger de uma gestação fora dos planos.
  

Como calcular o período fértil com ciclo irregular

Calcular o período fértil no ciclo irregular não é seguro para quem está tentando engravidar ou para quem não quer engravidar, pois como o ciclo menstrual não vem sempre no mesmo período, as contas podem ser erradas.
No entanto, uma forma de saber quando é o período fértil em caso de ciclo irregular é anotar durante um ano a duração de cada ciclo menstrual e depois subtrair 18 dias ao ciclo mais curto e 11 dias ao ciclo mais longo.
Por exemplo: Se o seu ciclo mais curto foi de 22 dias e o ciclo mais longo de 28 dias, então: 22 – 18 = 4 e 28 – 11 = 17, ou seja, o período fértil será entre o 4º e o 17º dias do ciclo.
Uma forma mais rigorosa de saber qual o período fértil em caso de ciclo irregular para as mulheres que desejam engravidar é recorrer ao teste de ovulação que se compra na farmácia e ficar atenta aos sinais de período fértil, como corrimento semelhante à clara de ovo. Já para aquelas que não desejam engravidar, a tabelinha não é um método eficaz e, por isso, é importante utilizar métodos contraceptivos seguros, como a camisinha ou a pílula anticoncepcional, por exemplo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

PROCEDIMENTO DO SANGUE DOADO


Hemoterapia: Triagem Hematológica, Triagem Clínica e Triagem Laboratorial

Hemoterapia
Entende-se por Serviço de Hemoterapia todos os serviços que coletam, processam e testam o sangue de doadores e/ou distribuem hemocomponentes, podendo ou não realizar transfusão de sangue. Compreendem o Hemocentro Coordenador - HC (MT - Hemocentro) e as Unidades de Coletas e Transfusão (UCTs).
O Hemocentro Coordenador (MT-HEMOCENTRO) é a entidade de âmbito central, de natureza pública, localizada na capital, referência do Estado na área de Hemoterapia e/ou Hematologia que tem por finalidade prestar assistência e apoio hemoterápico e/ou hematológico à rede de serviços de saúde. Já as Unidades de Coleta e Transfusão são entidades de âmbito local, de natureza pública, que realizam coleta de sangue total e transfusão, localizadas em hospitais e em alguns municípios.
Os Serviços de Assistência à Saúde prestam atendimento aos usuários e recebem hemocomponentes dos Serviços de Hemoterapia para pacientes específicos, como as provas de compatibilidade realizadas pelos Serviços de Hemoterapia distribuidores. Nesses serviços estão as Agências Transfusionais (ATs) - que, via de regra, só realizam a transfusão do sangue.
As Agências Transfusionais que têm localização intra-hospitalar têm as funções de armazenar um estoque mínimo de hemocomponentes, de realizar testes de compatibilidade entre doador e receptor e transfundir os hemocomponentes. O suprimento de sangue a essas agências é realizado pelos Serviços de Hemoterapia de maior complexidade (HC e UCTs).

Triagem Hematológica
A Triagem Hematológica inclui, normalmente, a realização de um teste denominado hematócrito para se determinar se o doador tem anemia, a aferição da pressão arterial e verificação do peso e da altura do potencial doador voluntário de sangue.

Triagem Clínica
A Triagem Clínica se resume, basicamente, numa detalhada entrevista conduzida por capacitados profissionais do MT - Hemocentros. Em todo o processo são disponibilizadas ao candidato informações detalhadas sobre a doação, sua segurança e a possibilidade para que o doador se auto-exclua do processo em qualquer etapa seja qual for a razão. Votos de auto-exclusão para os candidatos pertencentes a situações de riscos são normalmente estimulados sem constrangimento para os candidatos.
A entrevista visa determinar se o indivíduo é saudável, não portador de doença que o incapacite permanente ou temporariamente à doação, não esteja usando drogas, medicamentos ou vacinas, não tenha se submetido a procedimentos cirúrgicos recentemente, etc.
O objetivo da triagem clínica é selecionar indivíduos aptos com o objetivo de protegê-lo de possível mal estar durante a doação, salvaguardar a saúde dos pacientes que necessitam do seu sangue e proteger a equipe de funcionários que vai lidar com seu sangue até a liberação laboratorial do mesmo.
Nesse sentido a RDC nº. 153 torna obrigatório o cadastramento dos doadores de sangue e a realização de vários exames laboratoriais do sangue a ser coletado com o propósito de detectar, tratar e evitar a propagação de doenças.
Antes da RDC nº. 153 já havia a preocupação com o cadastramento dos doadores e com a detecção e propagação de doenças como conseqüências das doações. Essa preocupação era materializada no artigo 1º. da Lei 7.649, de 25 de janeiro de 1.998, que "estabelece a obrigatoriedade do cadastramento dos doadores de sangue bem como a realização de exames laboratoriais no sangue coletado, visando a prevenir a propagação de doenças, e dá outras providências":Art. 1º Os bancos de sangue, os serviços de hemoterapia e outras entidades afins ficam obrigados a proceder ao cadastramento dos doadores e a realizar provas de laboratório, visando a prevenir a propagação de doenças transmissíveis através do sangue ou de suas frações.
Somos sabedores que o referido artigo da Lei 7.649/98 não tem mais validade, uma vez que atualmente a RDC nº. 153/04 da ANVISA é que regulamenta os procedimentos hemoterápicos no país. A exposição do artigo em epígrafe serve como norte histórico.

Triagem Laboratorial
Após a coleta, a bolsa contendo o sangue do doador fica armazenada até a sua liberação pelo Laboratório de Sorologia. Vários testes são realizados para a classificação sangüínea e a detecção de doenças transmissíveis, os quais são feitos através de exames laboratoriais de alta sensibilidade. O doador é informado, de forma sigilosa, caso seja detectada alguma patologia ou anormalidade quando da realização dos seus exames.
Como já relatamos, a RDC nº. 153, além de estabelecer a obrigatoriedade do cadastramento dos doadores de sangue grifa a obrigatoriedade da realização de exames laboratoriais no sangue coletado.
O MT - Hemocentro cumpri o que preconiza a Legislação e vai além, veja a relação dos testes que realizamos (MT - Hemocentro) para liberação de uma bolsa de sangue antes da transfusão:
-Tipo Sangüíneo e Fator Rh;
-Pesquisa de Anticorpos Irregulares;
-Teste de Falcização;
-Teste para Sífilis;
-Teste para Doença de Chagas;
-Teste para detecção do Vírus HIV 1.2. (2 Metodologias Diferenciadas);
-Teste para detecção do Vírus HTLV I/II;
-Teste para detecção do Vírus da Hepatite B (2 testes);
-Teste para detecção de anticorpos para Hepatite C (HCV);
-Eletroforese para determinação de hemoglobinas anormais;
-Teste Confirmatório para HCV - Chiron-Riba;
-Teste Confirmativo para HIV 1.2. - Western-Blot;
-Teste Confirmatório para HTLV I/II - Western-Blot.

A RDC nº. 153 da ANVISA ratificou, reiterou, complementou e substituiu a Portaria 1.376 e a Lei 7.649, do Ministério da Saúde quanto à obrigatoriedade de todas as bolsas coletadas serem submetidas a exames laboratoriais para detectar as seguintes doenças:
Doença de Chagas - Patologia parasitária transmitida através do mosquito triatomíneo, popularmente conhecido como "chupão", "bicudo", etc. Pode ser transmitida também pela transfusão de sangue. Doença incurável que produz lesões cardíacas e gastro-intestinais. É detectada pelo teste Imunoenzimático de alta Sensibilidade (ELISA).
AIDS - Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida, provocada pelo vírus HIV. É transmissível pelo sangue e pelas relações sexuais sem o uso de preservativos. Reduz a resistência orgânica possibilitando o aparecimento de infecções oportunistas. Não existe cura. É detectada por dois testes: o Imunoenzimático e o Quimioluminescência.
Sífilis - Doença infecciosa, transmitida sexualmente e por transfusão de sangue. O agente infeccioso é o Treponema Pallidum. Pode causar cegueira, lesões de pele, seqüelas vasculares e abortos. É detectada pelo teste VDRL.
Hepatite - Patologia infecciosa provocada por vírus que ataca as células do fígado, podendo provocar morte ou seqüelas irreversíveis. Os tipos de hepatite são:
  • Hepatite A: Não é transmissível pelo sangue e não causa conseqüências à saúde;
  • Hepatite B e C: São transmissíveis pelo sangue e por relações sexuais sem o uso de preservativos. A hepatite B é detectada através dos testes HBsAg e A-HBc. A hepatite C é detectada pelo teste A-HCV.

Software de Bancos de Sangue


O Sistema

O Sistema de Banco de Sangue, o software mais completo para o gerenciamento de hemocentros, bancos de sangue e agências transfusionais, agora desenvolvido na versão web, permite ao usuário acessar o sistema de qualquer lugar utilizando computadores de baixa capacidade de processamento, inclusive por meio de tablets ou smartphones.

O Início

Sistema completo que gerencia a rotina operacional, técnica e administrativa, permitindo o controle total do ciclo do sangue. Desenvolvido em plataforma web, proporciona conectividade remota através da internet, com computadores cliente de baixa capacidade de processamento. O Sistema permite rastreabilidade com rapidez e segurança. Os relatórios, etiquetas e rótulos são modelados e adaptados de acordo com a necessidade e funcionalidade. O acesso aos dados é restrito aos usuários cadastrados, com senha única para acesso exclusivo, de acordo com suas permissões. Rela­tó­rios, etique­tas e rótu­los são mode­lados e adapta­dos, de acordo com a neces­si­dade e fun­cio­nali­dade. O aces­so aos da­dos é res­tri­to aos usuá­rios cadas­tra­dos, se­nha úni­ca para acesso exclu­si­vo, de acordo com suas per­mis­sões.

Funcionalidades

Possibilita o cadastramento de doador, dados sobre histórico de doenças, transfusões de sangue, pré-triagem, coleta, fracionamento, imuno-hematologia, sorologia e distribuição;
Informa sobre coleta e processamento do sangue, distribuição, transfusão e descarte de hemocomponentes;
Identifica por código de barras as bolsas coletadas, processadas e distribuídas;
Supervisiona a infusão de hemoderivados;
Oferece atendimento multidisciplinar.

Importancia e Benefícios

Permite os controles; clínico, financeiro, logístico, além de fornecer conhecimento amplo sobre os atendimentos aos pacientes submetidos a tratamentos HEMOTERÁPICOS;
Fomenta a criação da Rede Nacional de Informações de Sangue e Hemoderivados;
Integra todas as atividades do processo do ciclo do sangue;
Garante qualidade nas informações em todo o processo do sangue doado;
Agiliza o atendimento dos doadores, desde o cadastramento até a coleta de sangue;
Emite relatórios gerenciais essenciais à plena gestão das atividades nas unidades hemoterápicas.

Avanços

Os Bancos de Sangue  vem acompanhando constantemente os avanços na hemoterapia. Tais mudanças têm trazido maior refinamento tecnológico, permitindo incremento significativo na segurança transfusional.

FONTE: HEMOVIDA, SBS WEB

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Síndrome da Cimitarra

A Síndrome da Cimitarra é uma doença rara e surge devido à presença de uma veia pulmonar, com a forma de uma espada turca chamada de cimitarra, que faz a drenagem do pulmão direito para a veia cava inferior em vez de fazer para a aurícula esquerda do coração. 

A alteração na forma da veia provoca alterações no tamanho do pulmão direito, aumento da força de contração do coração, desvio do coração para o lado direito, diminuição da artéria pulmonar direita e circulação anormal de sangue para o pulmão direito. 
A gravidade da Síndrome da Cimitarra varia de indivíduo para indivíduo, existindo pacientes que têm a doença mas não manifestam nenhum sinal ou sintoma durante toda a vida e outros indivíduos que têm problemas de saúde graves como hipertensão pulmonar, que pode levar à morte.  

Sintomas da Síndrome da Cimitarra

Os sintomas da Síndrome da Cimitarra podem ser:
  • Falta de ar;
  • Pele roxa devido à falta de oxigênio;
  • Dor no peito;
  • Fadiga;
  • Tonturas;
  • Catarro com sangue;
  • Pneumonia;
  • Insuficiência cardíaca.
O diagnóstico da Síndrome da Cimitarra é realizado através de exames como raio-x ao tórax, tomografia computadorizada e angiografia que permite identificar as alterações na forma da artéria pulmonar. 

Tratamento da Síndrome da Cimitarra

O tratamento da Síndrome da Cimitarra consiste numa cirurgia que redireciona a veia pulmonar anômala da veia cava inferior para a aurícula esquerda do coração, normalizando a drenagem do pulmão. 
O tratamento deve ser realizado apenas quando há um desvio quase total do sangue da veia pulmonar direita para a veia cava inferior ou em caso de hipertensão pulmonar. 
fonte: tua saude

Bomba de insulina

A bomba de insulina, ou bomba de infusão de insulina, como também pode ser chamada, é um aparelho eletrônico pequeno e portátil que libera insulina durante 24 horas. A insulina é liberada e vai por um pequeno tubo até uma cânula, que está ligada ao corpo do indivíduo diabético através de uma agulha flexível, que é inserida no abdômen, braço ou coxa, como mostram as imagens.
A bomba de infusão de insulina permite que haja um melhor controle dos níveis de açúcar no sangue e da diabetes, e pode ser utilizada para indivíduos de todas as idades com diabetes tipo 1 ou tipo 2, sob indicação e prescrição pelo médico endocrinologista.
O médico programa a bomba de insulina com a quantidade de insulina que deve ser liberada durante 24 horas por dia. No entanto, o indivíduo precisa de controlar os seus níveis de açúcar no sangue através do glicosímetro e ajustar as doses da insulina de acordo com a ingestão de alimentos e a prática de exercícios diária.
A cada refeição, o indivíduo precisa de fazer o cálculo da quantidade de carboidratos que serão ingeridos e programar a bomba de infusão de insulina para lançar uma dose extra de insulina no organismo, chamada de bolus, consoante esse valor.
A agulha da bomba de insulina deve ser substituída a cada 2 a 3 dias e nos primeiros dias, é normal que o indivíduo a sinta inserida na pele. Contudo, com o uso da bomba o indivíduo acaba por se acostumar com ela.
O paciente recebe treinamento sobre como usar a bomba de infusão de insulina por um enfermeiro ou educador em diabetes antes de começar a utilizá-la sozinho.

Onde comprar a bomba de insulina

A bomba de insulina deve ser comprada diretamente com o fabricante que pode ser a Medtronic, a Roche ou Accu-Chek.

Preço da bomba de insulina

O preço da bomba de insulina varia entre 13 000 a 15 000 reais e a manutenção entre 500 a 1500 reais por mês.
A bomba de infusão de insulina e os materiais podem ser grátis, mas o processo é difícil porque é necessário uma ação judicial com uma descrição detalhada do processo clínico do paciente e da necessidade do uso da bomba pelo médico e a prova de que o paciente não tem condições para a adquirir e manter o tratamento mensal.
Fonte: Tua Saude

Fibrose pulmonar


A fibrose pulmonar é uma doença caracterizada pelo surgimento de cicatrizes no tecido dos pulmões, fazendo com que se tornem mais rígidos, dificultando a respiração e causando sintomas como falta de ar e tosse seca, por exemplo.
Geralmente, a fibrose pulmonar é idiopática, pois não é possível identificar uma causa específica da doença. No entanto, a fibrose pulmonar é mais comum em adultos e idosos fumantes ou ex-fumantes, trabalhadores da construção civil ou agricultura e pacientes que fazem tratamento com radioterapia ou quimioterapia.
fibrose pulmonar não tem cura porque os danos provocados no pulmão não podem ser reparados. Porém, a doença pode ser controlada através do tratamento que envolve fisioterapia e o uso de remédios prescritos pelo pneumologista como o Nintedanibe. 

Como tratar a fibrose pulmonar

O tratamento da fibrose pulmonar deve ser orientado por um pneumologista e, normalmente, é iniciado com o uso de remédios corticoides, como a Prednisona, e remédios que reduzem a resposta do sistema imune, como a Ciclosporina ou Metotrexato, que aliviam os sintomas da doença.
Além disso, o médico também pode recomendar o uso de oxigênio em casa para aumentar a sua concentração no sangue, ajudando a melhorar a respiração. Já a fisioterapia também pode ser usada para melhorar a capacidade respiratória do paciente, através de exercícios orientados pelo fisioterapeuta.
Nos casos mais graves, em que o tratamento não é eficaz, pode ser necessário ficar internado no hospital para receber os remédios na veia ou fazer um transplante de pulmão.

O que causa fibrose pulmonar

Embora não exista uma causa específica para a fibrose pulmonar, o risco de desenvolver a doença é maior para indivíduos que:
  • São fumantes;
  • Trabalham em ambientes com muitas toxinas, como pó de sílica ou amianto, por exemplo;
  • Fazem radioterapia ou quimioterapia para câncer de pulmão ou da mama;
  • Utilizam remédios para problemas cardíacos, como Cloridrato de Amiodarona ou Propranolol, ou antibióticos, como Sulfasalazina ou Nitrofurantoína, por exemplo;
  • Possuem doenças pulmonares, como Tuberculose ou Pneumonia;
  • Têm doenças autoimunes, como Lúpus, Artrite Reumatoide ou Esclerodermia.
Além disso, a fibrose pulmonar idiopática pode passar de pais para filhos, sendo recomendado fazer um aconselhamento genético caso existem muitos casos da doença na família.

Sintomas da fibrose pulmonar

Os sintomas da fibrose pulmonar incluem:
  • Falta de ar;
  • Tosse seca;
  • Cansaço excessivo;
  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Dedos azuis ou roxos.
Estes sintomas podem variar de acordo com o paciente e a evolução da doença, sendo que, em alguns casos, a fibrose pulmonar pode surgir muito rapidamente ou desenvolver-se ao longo de vários meses ou anos.
FONTE: Tua Saúde

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Para que serve e como é feita a biópsia da medula

A biópsia da medula é utilizada para ajudar o médico a fazer diagnósticos e acompanhar a evolução de doenças no sangue, como leucemia e linfoma, e para identificar se existe metástase em casos de diagnóstico de algum tipo de câncer.
É possível que essa biópsia cause dor na hora do exame, que pode demorar algumas horas até passar completamente. O exame é feito retirando um pequeno pedaço do osso da bacia, no bumbum, para que o médico consiga saber de que doença pode se tratar ou se o organismo está respondendo bem a tratamentos como a quimioterapia.

Como é o procedimento da biópsia da medula

O procedimento da biópsia da medula pode ser feito no consultório médico, no leito do hospital ou no centro cirúrgico, dependendo do estado de saúde do paciente, e é realizado com a utilização de anestesia local.
Esse procedimento normalmente é feito no osso da bacia, mas em crianças pode ser realizado na tíbia, um osso da perna. Durante o exame, o médico introduz uma agulha através da pele até chegar à parte interna do osso, de onde retira-se uma amostra da parte líquida da medula para avaliação, chamada mielograma. Após a retirada da primeira agulha com essa amostra líquida, outra agulha é inserida no mesmo local para se retirar um pequeno pedaço do osso, que será avaliada para identificar alterações nas células e a presença de doenças.
Após o procedimento, o paciente fica deitado de costas por mais 5 ou 10 minutos, e logo depois é liberado para retomar as atividades normais.
Local no osso onde fica a medula ósseaLocal no osso onde fica a medula óssea
Locais no corpo de onde a medula é retiradaLocais no corpo de onde a medula é retirada

Riscos e cuidados após o exame

A biópsia da medula é um procedimento seguro e raramente traz complicações como sangramentos e manchas roxas na pele, mas é comum o paciente sentir dor durante o exame e até algumas horas depois.
O paciente pode retomar as atividades normais logo após o exame, não havendo necessidade de modificar a alimentação ou o uso de medicamentos, e o curativo no local da picada da agulha pode ser retirado entre 8 e 12 horas depois do exame.

Por que fazer uma biópsia da medula?

A biópsia da medula é utilizada como forma de diagnóstico de alguma doenças, como:
  • Anemia aplástica;
  • Leucemia;
  • Linfomas de Hodgkin e não-Hodgkin;
  • Síndrome mielodisplásica;
  • Doenças mieliproliferativas crônicas;
  • Mielofibrose e trombocitemia essencial;
  • Mieloma múltiplo;
  • Anemia ou diminuição grave das células sanguíneas;
  • Identificação de metástases de câncer.
A biópsia da medula também é utilizada para identificar o estágio de alguns tipos de câncer e quais órgãos foram atingidos pela doença.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Toxocaríase

A toxocaríase é uma parasitose provocada pela presença da larva Toxocara dentro do organismo, causando sintomas como dor abdominal, febre ou diminuição da visão, dependendo dos órgãos afetados. Ela pode ser transmitida através da ingestão de terra contaminada fezes de cão e gato, por exemplo. Geralmente, a toxocaríase humana é mais comum em crianças que brincam no chão, na terra ou na areia, mas também pode surgir em adultos após se alimentarem de carne de coelho ou cordeiro mal cozida.
toxocaríase humana tem cura através da ingestão de antiparasitários, mas o mais importante é fazer a prevenção da doença, levando os animais domésticos para serem tratados no veterinário contra a toxocaríase animal.

Sintomas da toxocaríase

Os sintomas da toxocaríase variam de acordo com a parte do corpo afetada e, por isso, quando a larva afeta o fígado, o coração, os pulmões, o cérebro ou os músculos provoca toxocaríase visceral com os seguintes sintomas:
  • Febre acima de 38ºC;
  • Tosse persistente;
  • Pieira ao respirar;
  • Dor abdominal;
  • Dificuldade para respirar.
Já quando a larva afeta os olhos, provoca o surgimento de toxocaríase ocular, podendo causar alguns sintomas como:
  • Vermelhidão do olho;
  • Dor ou coceira no olho;
  • Manchas brancas na pupila;
  • Diminuição da visão.
Assim, quando existem suspeitas de infecção por toxocaríase é recomendado consultar o clínico geral, no caso do adulto, ou o pediatra, no caso da criança, para fazer o diagnóstico da doença, através do exame de sangue, e iniciar o tratamento adequado.

Tratamento para toxocaríase

O tratamento para toxocaríase humana deve ser orientado pelo clínico geral ou por um pediatra, mas, normalmente é feito com a ingestão de remédios antiparasitários, como Albendazol, Tiabendazol ou Mebendazol, 2 vezes por dia, durante 5 dias. Além disso, no caso da toxocaríase visceral, o médico pode ainda receitar o uso de remédios corticoides, como Prednisona, para reduzir a inflamação do órgão e aliviar os sintomas do paciente.
Já no caso da toxocaríase ocular, também é aconselhado consultar um oftalmologista para iniciar o tratamento evitando o desenvolvimento de lesões permanentes no olho.

Como evitar pegar toxocaríase

Para evitar pegar toxocaríase o Ministério da Saúde recomenda:
  • Levar os cães e gatos ao veterinário para serem tratados contra parasitoses;
  • Lavar o local que o animal habita, pelo menos 1 vez por semana;
  • Eliminar as fezes dos animais diariamente, enterrando-as ou colocando-as em sacos separados e fechados na lixeira;
  • Lavar bem as mãos após estar em contato com animais domésticos e sempre que necessário;
  • Evitar que as crianças brinquem em locais onde existam animais domésticos;
Além destas recomendações, também é importante que os alimentos, como legumes e carne, sejam bem cozidos, uma vez que podem estar infetados por larvas de Toxocara.

FONTE: tuasaude.com

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Entenda o que é Mycoplasma genitalium

Mycoplasma genitalium é uma bactéria sexualmente transmissível que infecta o sistema reprodutor masculino e feminino, causando problemas como inflamação persistente do útero nas mulheres e da uretra em homens. O tratamento dessa doença é feito com o uso de antibióticos, sendo necessário usar preservativo para prevenir novas infecções.
Essa bactéria causa sintomas como dor e ardor ao urinar, e é identificada através de exame de urina ou a partir das secreções do pênis ou do útero, e o resultado normalmente traz o nome Mycoplasma sp. O tratamento deve ser iniciado logo que a doença for identificada, pois ela pode gerar problemas como infertilidade e inflamação na próstata.

Sintomas do Mycoplasma genitalium

Os principais sintomas causados pela infecção por Mycoplasma genitalium são corrimento aquoso no pênis nos homens e sangramento fora do período menstrual, normalmente após o contato íntimo, nas mulheres. No entanto, alguns sintomas que podem ocorrer tanto em homens quanto em mulheres são:
  • Dor e ardor ao urinar;
  • Dor ao ter relações íntimas;
  • Dor na região da pélvis;
  • Febre.
Na presença desses sintomas deve-se procurar o ginecologista ou o urologista para realizar exames que possam identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.
Inflamação no útero e colo do útero
Inflamação no útero e colo do útero
Inflamação na uretraInflamação na uretra

Complicações do Mycoplasma genitalium

Em homens, a infecção por Mycoplasma genitalium normalmente causa inflamação da uretra, que é o canal por onde passa a urina. No entanto, quando não tratada, a infecção pode agravar e levar a inflamação nos testículos e na próstata.
Em mulheres, essa infecção causa inflamação do útero e do colo do útero, e quando não tratada pode aumentar o risco de complicações como parto prematuro e infertilidade.

Diagnóstico e tratamento do Mycoplasma genitalium

O diagnóstico de Mycoplasma genitalium é feito a partir da presença dos sintomas de inflamações recorrentes da uretra e do útero, e de exames de cultura que detectam a presença da bactéria a partir de amostras de urina ou de líquidos do pênis ou do útero, podendo trazer nos resultados a palavra Mycoplasma sp., que representa infecção por qualquer tipo de Mycoplasma.
O tratamento dessa doença é feito através do uso de antibióticos para eliminar a bactéria, que devem ser tomados tanto pela pessoa infectada quanto pelo seu companheiro. Durante o tratamento, deve-se evitar o contato íntimo para garantir que uma nova infecção não irá acontecer.
FONTE: Tuasaude.com
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